sexta-feira, 15 de junho de 2012

Neste sábado 16 - Bloomsday


O Bloomsday é um feriado na Irlanda, pois é uma homenagem ao livro "Ulisses", de James Joyce, em que o autor narra a odisséia do personagem Leopold Bloom durante 16 horas do dia 16 de junho de 1906 pelas ruas de Dublin, capital do país. E neste dia 16 de junho, vou contar uma história de Joyce, para crianças e adultos: O gato e o Diabo! A convite da editora COSACNAIFY e da Livraria da Travessa, vamos celebrar esta obra que nasceu de uma carta que o autor escreveu ao seu neto Stephen de 4 anos, em 1936, contando o caso do dia em que o Diabo quis construir uma ponte na pequena cidade francesa de Beaugency, mas em troca exigia a alma do primeiro habitante que passasse por ela. E como isso vai terminar? E é um Diabo com sotaque francês!
Não percam!

Tradução: Lygia Bojunga
Ilustrações: Lelis

16h - Livraria da Travessa Leblon (Shopping Leblon - RJ)

terça-feira, 12 de junho de 2012

Estréia nacional no Cine Ceará com prêmio!

"Santas" estréia com prêmio!


Esse é o trailler do nosso xodó! "Santas" é um curta metragem de Roberval Duarte. Eu e a querida Andreza Bittencourt colaboramos no roteiro, durante 4 meses de encontro para assistir a filmes e contar nossas histórias. Depois de pronto o roteiro, uma equipe maravilhosa veio se associar a este projeto.
No elenco estão:  Sergio Medeiros, Renato Carrera, Cris Larin, Mario André Medella, Suzana Nascimento, Renato Livera, Marília Martins, Nathália Del Carmen, Renato Peres, Yuna Sá Sampaio, Andreza Bittencourt e Julia Limaverde.

"Santas" fez sua estréia nacional no dia 27 de maio de 2012 no Festival Cine Ceará e já ganhou seu primeiro prêmio: Melhor Direção.
Viva!

terça-feira, 22 de maio de 2012

Jornada dupla no teatro em maio

A partir dessa quinta, dia 24, tem teatro todo dia na minha agenda.
É só escolher um dia da semana e aparecer. De segunda a segunda.
Viva o teatro!

O QUE VOCÊ GOSTARIA QUE FICASSE, de Miguel Thiré e Brecha Coletivo
Planetário 21h, de segunda a quarta
PEÇAS DE ENCAIXAR, da Cia. dos atores, com direção de Cesar Augusto e Susana Ribeiro 
Caixa Cultural 19h, de quinta a domingo
Nessa última, assino também dois textos que estão em cena.

Vem!!!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Estamos de volta!


Um trabalho lindo que já rendeu belas críticas e lindas e emocionantes histórias da platéia.
Estamos muito felizes e esperamos todos lá!

Concepção e direção: Miguel Thiré
com: Cynthia Reis, Eduardo Cravo, Jarbas Albuquerque, Raquel Alvarenga e Suzana Nascimento.
Brecha Coletivo.

Arte na calçada!

Domingo com arte na Travessa | Basquiat - dia 29 de abril
Fizemos o segundo domingo com arte na Livraria da Travessa de Ipanema, dessa vez sobre a obra de Jean-Michel Basquiat. Uma conversa sobre sua história e sua obra e depois uma oficina na calçada e a construção de uma obra coletiva inspirada no universo do artista.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Arte sempre!

Todo último domingo de cada mês na Livraria da Travessa. Cada encontro, um artista!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Ciranda de Histórias


Colônia Juliano Moreira - Jacarepaguá, em 15 de abril de 2012
O projeto Ciranda de Histórias, da Secretaria de Cultura - RJ, leva contadores de histórias a todo canto do Rio. Fadas, bruxas, princesas, reis, rainhas, animais diversos... ocupam praças e bibliotecas públicas e convidam os moradores para um encontro com as histórias. A Biblioteca Volante acompanha o trabalho, levando livros que se espalham pela praça para o momento da leitura. Projeto "Dê uma leitura de presente". Missão nada impossível!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Estreamos em março no Espaço Sesc


Estamos aqui: nós e as histórias. Estamos aqui porque queremos iluminar o espaço com elas e porque somos contados por elas. E diante de nós, o Tempo, "um dos deuses mais lindos", é o único motor que não pára.  Ele engole, carrega, arrasta todos os nossos feitos. É por isso que contamos histórias e colhemos cada detalhe de narrativa na sutileza do olhar do outro: queremos celebrar nosso desejo de permanência mediante um acordo com o Tempo.
Pensar sobre Ele e sobre um hipotético futuro nos faz valorizar o instante presente, nos faz refletir sobre a importância de cada fiapo de existência que nos atravessa.
Junto ao nosso amigo, parceiro e diretor, Miguel Thiré, acreditamos nessa idéia, vimos ela se tornar um projeto, tivemos fé de que tudo que se faz com amor, cuidado e perseverança acontece na hora certa.
Ê Tempo! Dois anos depois, estamos aqui.

com: Cynthia Reis, Eduardo Cravo, Jarbas Albuquerque, Raquel Alvarenga e Suzana Nascimento.
realização: Brecha Coletivo

O que você gostaria que ficasse

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

nasceu CONTOS SEM FADAS


Um espetáculo de narração de contos para adultos. Três contos, três mulheres, três desencontros amorosos e três finais diferentes, mágicos ou não; todos entrelaçados por um figurino narrativo que costura os enredos e alinhava o espaço aberto pela palavra.
Contos de Carlos Drummond de Andrade e Marina Colasanti.
Contos sem fadas foi apresentado em processo na ocupação #Junto, no Teatro Glauce Rocha,
em dezembro de 2011.

idealização, atuação e figurino: Suzana Nascimento
orientação de figurino: Desirée Bastos
colaboração artística: Claudio Serra


domingo, 22 de janeiro de 2012

Zoolouco - criação de personagens estranhos



Fui convidada pela Editora Projeto para apresentar o livro "Zoolouco", de María Elena Walsh com lisustrações de Angela-Lago, e realizei esta  atividade na Livraria da Travessa, no Rio de Janeiro. Uma contação de histórias seguida de uma oficina em que as crianças criavam seus próprios personagens, por meio de fotocolagens, e contavam suas características para o grupo. Resultado: muita imaginação e  um zoológico muito louco!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Nasceu! Em 2012 continua...

Três contos que me tocam profundamente e falam de coisas parecidas de formas tão diversas, e com finais surpreendentes. Nasceu "Contos sem fadas", com a presença preciosa de grandes amigos, parceiros da arte, companheiros das histórias e dos palcos. Em 2012, os contos de Drummond e Marina continuam se esparramando pela saia/livro. Aguardem!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Chegou a 10a. edição do Simpósio!!!


Esse ano é dedicado à nossa língua portuguesa, que une países de todo o mundo. Encontros, contos, cantos e trocas com convidados de Portugal, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Timor Leste, Angola, além de vários contadores brasileiros!
No sábado12, às 18h, começa a MARATONA DE HISTÓRIAS, com 24 horas de duração, até o domingo 18h. É só chegar quando quiser... e também pode sair quando quiser. Todas as atividades são gratuitas, lá no Espaço Sesc em Copacabana (Domingos Ferreira, 160).
Eu estarei lá no sábado às 22h com a Dona Zaninha, contando uns causos lá de Minas, falando um português bem minerim mes.
Delícia de programação para o fim de semana, pra toda a família... ou não (entre 22h e 8h só maiores de 18 anos. Opa!)
Vem que tem muita coisa!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

na ocupação JUNTO no Teatro Glauce Rocha!


Ocupação artística do Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro.
Setembro a Dezembro de 2011.
JUNTO é a aproximação entre coletivos, artistas e comunidade. Até dezembro de 2011 eles interagirão ocupando um teatro no centro do Rio com peças de teatro, dança, performances, realizarão ações nas ruas que cercam o espaço, abrirão ao público uma base coletiva de trabalho e debaterão fomentos para a cultura. E eles sabem: só podem fazer isso JUNTOs ;)

Para ver imagens e detalhes da programação, clique aquihttp://www.facebook.com/projetojunto?sk=photos


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Toríbio: um conto para os pequetitos

Essa é a história do Toríbio, um gato com patas de trapo e olhos tortos que a mãe do Tomás fez.  É um pequeno conto sobre a amizade de um menino e seu gato de meia.  E hoje ele tem muitas histórias pra contar sobre as vontades que esse gato esquisito tinha de pegar tudo o que passava no céu.
Me inspirei nas ilustrações do livro pra construir esse tapete que vai aparecendo à medida que a história segue.
De Gerardo Méndez, com ilustrações de Ana Paula Rosales e tradução de Ana Maria Machado.
Editora Gaudí.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Óprocevê que bonita a entrevista para o Aletria


Dona Zaninha, uma mineira no Rio: uma entrevista com Suzana Nascimento


Dona Zaninha sobe no palco. E conta causos. A platéia que ouve e bate papo, porém, é carioca. Lá não tem “uai”, mas o mineiro encontra uma casa onde quer que esteja. Isso não é falta de saudade de montanhas, é que Minas é um estado feito em conserva. Você leva onde quer que vá, não azeda, todo mundo prova, todo mundo gosta. 
Suzana Nascimento tem levado um pouco de doce-de-minas com as histórias pelo Rio de Janeiro. Mas não é o único doce que serve. Mas para saber mais, você vai ter de provar um pouco da entrevista que fizemos com ela:





















Aletria
é  um Instituto Cultural fundado em junho de 2005, em Belo Horizonte,  com a proposta de preservar e propagar as histórias, lendas, “causos”, usos e costumes por meio da palavra encantada dos narradores o que fundamenta e fortalece a identidade cultural mais profunda de um povo. Para alcançar tal objetivo, o Instituto promove cursos, seminários, eventos culturais e literários, espetáculos musicais e de contação de histórias, edição de livros e pesquisas na área da tradição, atuando, portanto, sob três pilares: Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Contadores de Histórias, Produtora Cultural e Editora.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

UZASAN nas terras de Além Mar

Este texto foi um presente do André Correia, aluno da oficina que ministrei no Sesc São Gonçalo em 2009. Uma homenagem para o meu trabalho e a missão de todos nós, contadores de histórias. Uma visão lúdica dos nossos encontros tão afetuosos. Obrigada, André, pessoa que tem um coração onde cabe toda uma cidade!
Hó...heeeei.....e diga ao povo lá de sua terra, que carregou um largo sorriso no rosto, viu? Daqueles sem explicação nenhuma....vá ..vá ...vá com Deus....” Isso era uma velhinha lá perto de casa que adorava contar histórias. Ela tinha centenas e milhares de histórias. As minhas favoritas eram as que falavam sobre magia e castelos encantados. Ela me disse que uma vez, em uma terra não tão distante daqui e não tão distante dali existia uma região onde os rios corriam para o mar, e as árvores forneciam oxigênio, como em qualquer outro lugar do mundo. Nessa terra, havia um castelo... Mas não era um castelo simples. Era daqueles, tipo Harry Potter, sabe? E lá vivia um ser mágico, que só havia saído de trás de suas muralhas por duas vezes.E sabe lá Deus por que motivoespecial.

Pois bem... foi lá pras bandas do século XXI. Pra ser mais exato, no ano de 2009. Pra ser mais exato ainda, no inverno de 2009. Eeeeee pra ser mais exato ainda, no mês de agosto do inverno do ano de 2009. Eeeeeeeeeeeeee pra ser mais exato ainda, no dia 11 de agosto do inverno do ano de 2009. Ufa! Essa seria sua 3º saída, e ele resolveu visitar “As Terras de Além Mar”. Essas terras pertenciam ao colonizador Gonçalo Gonçalvez. Lá, vivia um povo que era conhecido como PONTO. Eram de fato cidadãos PONTONENSES. E para esse povo chamado ponto, o “ser” mágico cismou em contar alguns contos. E para cada conto, um encontro, que gerava um novo conto. E para cada conto, aumentava-se, um novo ponto. Eeeee... Ponto final. Ponto final? Ponto final é uma vírgula! Exclamou o contador: a história está só começando...

Acontece que para convidar os pontonenses, o misterioso “ser” resolveu criar publicidade para o acontecimento, e colocou vários cartazes espalhados nas terras de Gonçalo Gonçalvez.  A região de Zé Garoto foi mesmo muito privilegiada. O mestre não poupou esforços na publicidade: ao lado do pé de alegria, acima da marquise da dona paciência, no quadro de cortiça do posto da felicidade e por aí foi, em todos os lugares que julgava serem interessantes. E assim foi feito. Deu certo!

Os cidadãos pontonenses passavam e liam as mensagens: COMO O TEMPO PASSA QUANDO A GENTE CONTA HISTÓRIA. Esse foi o título que escolheram! Outro cidadão passava e lia em outro ritmo: Como o tempo passa, quando a gente conta históriaaaaaa. E outro cidadão passava e lia em um ritmo mais diferente ainda: COMO o tempo, PASSA, QUANDO A GENTE, CONTA HISTÓRIA. E outro passava... e outro , e outro, e outro, e outro, e outro. Todos repetiam juntos, hipnotizados, a mesma frase: COMO O TEMPO PASSA, QUANDO A GENTE CONTA HISTÓRIA. E isso era só o título...
As informações seguiam em letras garrafais:
DE 11 a 21 DE AGOSTO
DE TERÇA A SEXTA-FEIRA, DE 14 ÀS 17H.
EMBAIXO DO PÉ DE JEKITIBA REI, AO LADO DO CONDADO DE JEKITY.
LEVE CORAGEM, COMPETÊNCIA E DETERMINAÇÃO.
NÃO POSSUÍMOS TELEFONE, SENDO ASSIM, TERÁ
QUE COMPARECER, CASO QUEIRA PARTICIPAR.
LEVE O CORPO, E NÃO SE ESQUEÇA DA ALMA.
ATENCIOSAMENTE – Usazan

Nome poderoso heim? Foi como um imã. Os escolhidos pela magia das palavras viram os cartazes nos mais variados lugares possíveis. E no dia combinado lá estavam os pontos abençoados, embaixo do Pé de Jekitiba Rei, postos sobre um gramado intensamente verde em uma tarde ensolarada do inverno de 2009.

Usazan, coberto pelo seu manto sagrado, nos mirava da fresta de seu capuz . Ao tirá-lo, suspense! Veio a surpresa. Os pontos olhavam admirados. Usazan era uma menina. Uma menina? Uma menina não. Era uma moça. Uma moça? Uma moça não. Era uma mulher. Uma mulher? Uma mulher não. Gente, não dava pra explicar sabe? Era uma mistura mágica de menina, moça e mulher. Pelas bandas das Terras de Além Mar ainda não havia passado nada igual. De feições afinadas, cabelos pretos, de semblante alvo, de corpo esguio, de mãos delicadas.....suspiros, os pontonenses suspiravam.

Usazan abriu os braços sem dar chance a comentários. Do lado esquerdo de seu peito fez-se um círculo de luz e fogo. Os pontonenses olhavam cegamente estatalados... tremiam como varas verdes. E, num instante, começaram a sair raios luminosos de dentro do círculo. Eram muitos, um de cada vez. Tiussss. Tiusssss, Tiussss, os raios explodiam para o ar. Em um passe de mágica, Usazan e os pontonenses levitaram ao som dos cantos mágicos e de danças Incas. E os pontonenses? Esses também jorravam raios luminosos, mas só que desgovernados. E os danados suavam, suavam e suavam.

Os raios de Usazan cruzavam com os raios pontonenses. E a cada toque um alimento. Os escolhidos estavam sendo alimentados pela sabedoria que Usazan gozava. E Usazan também sentia. Usazan também gozava!
E a magia continuava. A essa altura? Bom... Havia pontonenses que tinham desalinhados os cabelos, balançado seus corpos em simulações sexuais, feito xixi na calça e outros bichos mais... Mas, a magia naum tava nem aí pra isso e continuava. E tudo isso a não sei quantos pés de alturas.

E eles foram girando no ar em forma de espiral: vup... vup....de forma lenta e aumentavam gradativamente. Vup, vup, vup, vup, vup, A magia explodia, e como já era combinado, os pontonenses cresciam. Vup........... vup.............. vup...................vup....e eles voltaram a girar lentamente. E foram baixando, e baixando, e baixando e baixando e pisaram em solo firme. Os pontonenses descompostos começavam a se ajeitar. Aquilo era só o começo. E pouco a pouco os pontonenses começaram a abrir os seus olhos em direção aos outros. E começaram a perceber que havia uma palavra gravada no peito de cada colega.
Vida, aprendizado, dedicação, descoberta,
aperfeiçoamento, memorização, sonho,
autoconhecimento, prazer, segurança, satisfação,
combinação, novidade, uma troca inefável, FE LI CI DA DE!
Entre os corações que batiam acelerados, havia pontonenses determinados, pedadogos, historiadores e pontonenses geógrafos. E como terminou essa história? Os encontros se repetiram nos dias combinados. As magias e as histórias contadas foram cada vez mais longe em seus absurdos e fantasias improvisadas. E como tudo na vida tem um fim para que sejam possíveis novos começos.....suspira-se..... Os encontros terminaram!
O Jekitiba Rei continuou a ser palco de centenas e milhares de outros encontros não revelados nessa história. O Condado de Jekiti? Esse foi apenas um ponto de referência, e não cabe maiores explicações sobre isso.

Quanto aos pontonenses? Esses nunca mais foram os mesmos. Definitivamente cresceram. Dizem que tiveram filhos, netos, bisnetos e tataranetos. Dizem também que antes de escreverem os versos de suas lápides, os pontonenses contaram histórias e fizeram mil e uma magias.

E dizem até que tiveram pontonenses que repetiram os feitos de Usazan.
Usazan? Ela voltou para seu castelo mágico nas terras de Laranjeiras. Dizem as boas línguas que carregou um largo sorriso no rosto, daqueles sem explicação, e isso,
até os últimos dias de sua vida!

E eu? Eu voltei para ouvir as histórias, as outras tantas histórias da velhinha. A história da menina que havia trocado de coração, do menino que foi expulso da escola sem qualquer explicação, da menina travessa que jogava futebol e até de uma magrelinha, tímida e doidinha, que havia ganhado um concurso de dublagem de Michael Jackson. Hã...e tinha também a moça que brincava de fazer marionete...tinha a moça enfermeira, tinha a do ceguinho pentelho e cheio de determinação na vida...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

histórias sobre desejos e sabedorias

"O alvo", de Ilan Brenman. Toda a história ia aparecendo na superfície escura pelo giz. Platéia foi modelo para desenhos dos personagens e crianças ambientaram com seus  desenhos. Um conto que é uma grande homenagem aos contadores de histórias. E com um final surpreendente!



História "A lua dentro do côco", sobre um macaquinho que queria pegar a lua e fez de tudo para isso. Aqui os instrumentos eram os personagens e as crianças faziam a percussão durante as músicas. Momento delicado e gostoso. Teve até mãe chorando emocionada.